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24 de fev. de 2014

The Dickens House Museum

Pra mim sempre foi muito legal começar um blog novo porque ficava toda cheia de gás pra escrever, com vários assuntos pra abordar e algumas idéias na cachola. 

Aqui também foi mais ou menos assim: antes mesmo de fazermos a viagem, já tínhamos o endereço do blog 'guardado' para quando voltássemos - embora tenhamos demorado bastante tempo pra dar início aos registros, a intenção existia bem antes de eles começarem.  

Eu, que andava de bode de escrever em blog há algum tempo, quando finalmente comecei a escrever aqui fiquei bem animada (dá pra perceber se observarem as datas das postagens) mas a  vida que levo hoje é outra e, diferente de 10 anos atrás, hoje o tempo não é tão abundante e a inspiração, idem. 

Inicialmente, eu pensava que postaríamos juntos, com frequência semelhante, mas já fui informada pelo Fábio que a parte que me cabe neste latifúndio será bem maior que a que cabe a ele. rs

Assim, pra não perder o fio da meada e tentar encontrar um ritmo que nos permita concluir o 'projeto' de registrar a viagem toda, voltei. 

O museu do Dickens é um assunto sobre o qual, tenho certeza, Fábio escreveria muito melhor que eu e é por essa razão que deixarei apenas algumas fotos e as legendas.

Achamos!


para o andar de cima...

entretido com as informações

cama do Dickens.

papel de parede

quarto que ficava no último andar.
se não me engano, era usado pelos doentes, porque permitia um maior isolamento dos demais. 
o outro lado do quarto, cama e penico, pro doente.


sala de jantar

Subsolo.
Aqui era a área de serviço, onde ficavam os empregados, cozinhando, lavando, passando.
Pelo que lemos lá, não era assim, limpinha, como no museu, ao contrário, um dos lugares menos 'salubres' da casa. 

intelectuais. :p

Lá dentro tem um café muito charmoso.
Dá pra pedir o seu expresso, sentar e desfrutar um pouco o ambiente.
Foi o que fizemos. 

Guloseimas - às quais eu resisti bravamente.

Área externa da casa/café. 

cafezinho.

2 comentários:

Fábio Barbo disse...

O Dickens Museum fica numa daquelas casas que eu passaria os dias chuvosos sem sentir falta da rua. Aliás, eu sentiria falta da rua quando a chuva desse um pequeno intervalo e então iria até um dos pequenos jardins que você descreve tão bem em http://www.inominavelvelhomundo.blogspot.com.br/2014/02/surpresas-londrinas.html.

Eu passaria uns momentos lá, nesses jardins, sob as árvores molhadas, revisitando as sensações da criança que fui. Depois voltaria pra casa do Dikens e reviveria outras sensações. Depois escolheria algo pra ler antes de dormir, e no sonho reviveria mais e mais sensações de criança ainda.

É bom deixar o adulto de lado quando chove.
Em Londres chove muito.
Na casa do Dickens e redondezas chove quase todo dia.

Fábio Barbo disse...

É verdade que lá tem um café muito charmoso. E aí eu fui lá, né, pedir um cafezim. A menina me respondeu algo. Eu entendi que ela tava falando que era italiana, e respondi que era brasileiro. Mas acho que ela não tava perguntando isso não, porque ficou espantada com minha resposta. Eu não understendo nada do que a galera fala. Mas pelo menos consegui ler as informações nos museus. :P

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