Começa aqui!

Começa aqui!

30 de jan. de 2014

O primeiro dia - pra encerrar.

Também passamos pelo Green Park, onde está o Wellington Arch (que eu sempre vou confundir com o Marble Arch) e um monumento em homenagem a algumas figuras que atuaram na guerra ( preciso de uma ajudinha, rs).

Wellington Arch



tinha que pagar pra sentar aí.

delícia, né?

Mais uma do Arco de Wellington (que Wellington?)
Depois de Buckingham, fomos parar no Science Museum. Embora tenhamos chegado perto do horário de fechamento, ainda conseguimos aproveitar um pouco de tudo o que tinha por lá e, o melhor, de graça!
O museu é repleto de coisas e há uma área só com opções interativas - adoramos! 
Uma delas, um monitor com câmera que nos transformava, de acordo com a opção de gênero escolhida. Eu fiquei a cara do meu primo, Paulo José, e o Fábio ficou parecendo uma senhorinha de rosto redondo. Foi divertido. 

tava gostando ou não?


descansando sob a Terra.

muito prazer, Paulo José!

Senhorinha.

Criança feliz!

Ao lado do Science Museum está o Natural History Museum mas, infelizmente, por conta do horário, não conseguimos entrar. Isso me deixou um tiquinho frustrada, porque estava tendo uma exposição de borboletas (vivas!) e isso é algo que eu gostaria de ver. Tirei fotos do prédio, que é lindo.

Natural History Museum

Pra finalizar nossas andanças, encerramos o dia/noite em mais um jardim/parque. 
Esses Gardens e Parks me deixam um tanto confusa, porque são muitos. Fui procurar agora no google maps o endereço dos museus e notei que, por exemplo, o Kensington Gardens fica 'dentro' do Hyde Park. Fábio já tinha me explicado isso, é assim: uma grande área verde, dividida por um 'lago'. De um lado, Hyde Park, de outro, Kensington Gardens. Foi neste último que encerramos nosso dia, vendo o sol se por, os patinhos na lagoa, os casais namorando na grama, as pessoas fazendo suas atividades físicas, mães passeando com crianças, pessoas voltando do trabalho, Fábio tirando um cochilo enquanto mosquitinhos crepusculares parecidos com pernilongos me rodeavam.





ownnn! 




Serelepe.







Não me lembro que horas eram, mas como lá anoitece bem tarde, creio que tenhamos partido por volta de 21 horas.




Pegamos o metrô e voltamos pro hotel. Já tinha escurecido, não tínhamos jantado e acabamos comendo na 'vendinha' da esquina, próxima do hotel. Um lugar que vende de tudo (tranqueiras, souvenirs, comida, bebida, e algumas poucas refeições). O lugar parecia estar fechando, não havia muitas opções do que comer - se não me engano pedimos um Chicken Curry com batata

Cansados, fomos pro hotel.

29 de jan. de 2014

O primeiro dia - continuação.

A verdade dos fatos é que não fomos direto para o Big Ben. Depois das tulipas, nós caminhamos pelas margens do Tâmisa em direção à London Eye - já adianto que não, não subimos na roda-gigante, nós queríamos vê-la de perto, ver o local, mas, embora seja bem divertido andar de roda-gigante, o valor era meio salgado, a duração do passeio não era lá essas coisas e, pra completar, ainda teríamos que fazer a volta com mais sei lá quantas pessoas pois se optássemos pela volta sozinhos, ficaria ainda mais caro; ficou decidido, então, que gastaríamos essa grana com alguma outra coisa mais, digamos, imperdível.

No caminho, passamos por uma espécie de galeria, cheia de barzinhos, onde, ao que tudo indicava, estava havendo uma feira (naquela hora, por volta de nove e pouco da manhã, estava tudo fechado, pessoas limpando e organizando o que deduzimos serem rastros da noite anterior). O espaço era bem legal, do tipo que gostaríamos de frequentar vez em quando, caso morássemos por ali, aquelas coisas simples que fazemos ao ar livre num dia ou noite à toa - sair para comer algo, sentar e ver as pessoas fazendo o mesmo, jogar conversa fora às margens do Tâmisa iluminados pelas luzes da London Eye, rs.

Seguindo para a London Eye

Os barzinhos (relevem o nariz)

Tô linda? Tô inglesa?

Grande, né?

Limpando

ê, céu azul de novo!

nos pés da roda!

menino contemplando.
Não posso deixar de mencionar uma placa que encontramos durante essa caminhada. Um sinal que não tive como não registrar. Aproveitei a deixa pra botar uma pressão, mas Fábio ainda estava em dúvida nessa época. :p

Shall we get MARRIED? 
Aí sim é que fomos chegar até o Big Ben e encontrar as brasileiras, e tirar foto e tudo o mais (vide post anterior).

Demos um rolê perto da Abadia de Westminster (também não entramos, queríamos ter ido num dia de canto gregoriano, mas os horários não coincidiram com nosso roteiro, infelizmente), e seguimos para a Catedral. Nesse trajeto todo cruzamos com muita, muita gente - meio óbvio, não? Nada que atrapalhasse nossa vida, mas turistas são bichos chatos e dispensáveis - menos nós, claro! Vimos algumas estátuas de personalidades históricas, cujos nomes eu obviamente não vou me lembrar. Tudo muito grandioso e organizado, como era de se esperar.

Churchill

Welcome!

Abadia

Durante todo esse trajeto a (minha) temperatura oscilou um pouco, ora sentia frio, ora calor, e fiquei num tira e põe de blusa meio irritante, enquanto Fábio seguia lépido e faceiro sem nem se incomodar.
O caminho nos levou a um portão, uma espécie de passagem, de acesso aparentemente livre que nos chamou atenção. Decidimos entrar e lá nos deparamos com um gramado cheio de meninos uniformizados brincando. Pelo que entendemos depois, aquilo era uma propriedade privada, com escola para meninos e alguns moradores também, mas tudo parte de uma instituição. O lugar se chama Dean's Yard . A luz que encontramos ali é algo indescritível e impossível de retratar em fotos; uma das árvores, especificamente, me fez pensar em O Senhor dos Anéis - não me perguntem os motivos.

Entrada do Dean's Yard

o Jardim

Árvore mágica

Parking.

Eu e a árvore

Rosetando.
Saímos de lá em direção à Catedral, onde entramos. Pagamos, se não me engano, 5 libras para subir na torre - o que para mim foi uma experiência legal e ao mesmo tempo um pouco frustrante. Eu queria espaço, queria uma área aberta para poder ter a vista panorâmica do lugar, queria poder sentar, namorar e tirar fotos por ali, mas o lugar era todo cheio de grades (para segurança, suponho) e isso limitou bastante nossa observação. Apesar disso, foi legal e interessante. Não me lembro bem se havia um museu, se Fábio foi e eu não quis ir (isso aconteceu algumas vezes ao longo da viagem), mas pra mim foi isso: entramos, subimos, vimos, contemplamos, descemos e seguimos nosso rumo.

Pelo caminho

A Catedral

Lá do alto

As grades atrás da gente...

Um pedacinho

Mais uma lá do alto

Pausa para um descansinho.

A região ali no entorno parecia mais comercial, com bastante trânsito, varias lojas de comida que resolvi chamar de take away por não me lembrar se existe algum outro termo para isso.
To eat here or take away? Ouvimos essa pergunta incontáveis vezes ao longo da viagem, lojas de comida pronta (normalmente lanches, mas vimos também comida japonesa, saladas, e coisas do gênero) são bem comuns por lá. Aqui voltamos à questão da utilização do espaço público e das áreas verdes: os preços para comer no local são maiores que os valores que pagamos para 'take away'. Ou seja: coma na rua, coma numa praça, coma num parque, coma onde quiser, mas coma fora daqui.

Fábio acabou optando por uma baguete (de rúcula, se não me engano), e eu, por um doce bonito mas sem graça, que compramos numa pequena bakery escondida em uma das ruazinhas por onde passamos - sinto imensamente por não ter fotografado.


Buses e cabs!

Dispensa legenda, né?

Fábio e seu lanche.

Gostei demais desses prédios, moraria tranquilamente nesse lugar. :)

Isso me fez lembrar que, sim, almoçamos no Mac. Na verdade, eu almocei, já que o Fábio já tinha comido seu lanche no caminho para o Churchill War Rooms. O museu foi muito bem recomendado por nosso amigo Marcel, mas confesso que não gostei muito de lá e, por isso, não vou ficar falando a respeito. Deixo algumas fotos e passo a bola pro Fábio comentar, pois o problema não foi o museu, e sim a minha chatice, rs. :)

Pelo caminho.


Moço sério.







Saimos do Churchil, passamos pelo Hyde Park, por umas ruas bem legais e acabamos indo comer no Mac Donald's.Como não vi nada muito atraente e acessível ($$) por onde passamos, mandei ver naquilo que já conhecia, mesmo. O esquema: comprar o lanche na frente e, caso quiséssemos comer ali, as mesas ficavam no fundo - o atendimento estava a maior muvuca, uma barulheira terrível. Tive uma dificuldade absurda para me comunicar com o garoto que me atendeu: ficamos um bom tempo numa repetição meio maluca em que ele perguntava e eu dizia: 'i didn't understand'. O que ele queria saber: se eu queria a coca pequena ou grande - SMALL or LARRRRRGE? Simples, né? Nem sempre. Nada simples quando a pessoa diz 'ismalórlarge', com o ultimo R pronunciado como um autêntico paulistano. Quando ele estava quase me mandando tomar no cu (em português), consegui entender, pedi minha coca larrrrge, peguei o lanche e fomos comer no fundo.

Hyde Park

Buckingham - nosso proximo destino


Um moça legal se ofereceu pra tirar foto da gente :)




Não é lindo?

Adicionar legenda

Mais tulipas!




Comidos e descansados (demos uma sossegada breve no Mac), fomos ver o tal palácio, com os tais guardas e tudo o mais.
Olha, o lugar é demais. Como disse antes me referindo a outra coisa, grandioso. Também, né, gente, palácio, rainha, difícil imaginar qualquer outra coisa. Nunca tinha visto estátuas e monumentos pintados de dourado, foi a primeira vez.Meio fresco demais, mas é bonito.
Tiramos umas fotos, vimos mais tulipas, andamos, andamos, andamos. Pra atravessar o que seria uma simples rua, tivemos de dar uma volta imensa, porque ali é tudo meio controlado e delimitado, o acesso é 'fácil', mas não é simples. Quis tirar umas fotos do Fábio com o palácio e as tulipas ao fundo, mas não conseguia encontar de jeito nenhum um ângulo legal - acabei levando uma bela bronca, porque tinha mais gente perto e se tem uma coisa que ele definitivamente não gosta, essa coisa é posar pra foto. 

Tulipas

olha lá!

anda...

anda...

bonito, né?

Me lembrou um clip do U2


os tais guardas...

Total de visualizações de página